reciclando ..
eu sei que é uma limitação natural do ser humano sorrir quando encontra um grande problema, uma rua sem saída, transito parado, ruas congestionadas, pessoas indo embora e agente aqui, incapaz de se mover. Isso com grande frequência nos impede de esboçar felicidade ou qualquer emoção positiva, momentos difíceis tendem a dor.
Comecei então a pensar no que fazer com isso. Tantos dias, tantas horas viverei e até quando, pergunto aos céus, vou esperimentar dessas desilusões ? Por mais que tenha partido meu coração em pequeninos cacos de vidro, esmigalhado, queimado, e por fim ao vento tenha estendido a mão para que ele fugisse para um lugar distante o suficiente de mim e de minhas provações instantâneas de amor, por mais que tenha dito e feito tudo isso, ele será capaz de retornar, intacto, feliz e saltitante sem nem se lembrar do ultimo tropeço. Então indago a mim mesma : porque, meu coração pode estar tão vulnerável e destemido sempre ? porque sempre sorrindo ? porque ele não volta, me dá um grande tapa e diz " por favor, nunca mais me entregue a qualquer um !" ? A resposta eu descobri sem querer, descobri vivendo, aprendi.
Não há dor do mundo que não se possa ser curada com uma gargalhada verdadeira, uma palavras sincera, um abraço de amigo, não há nada que não se encante, e deixe o choro vir, que seja, não a nada que negue a si mesmo esses fraguimentos de felicidade, que construídos, colados, moldados, se transformam num sorriso. Um sorriso que apesar da saudade, do passado, do medo de tudo voltar a ser como antes pode ser a cura. Reciclei a dor, claro que não por completo, mas esse pouquinho de paz que consegui com isso me levou ao um novo estagio de esclarecimento. Penso que isso é amadurecer, chorar sem medo, mas também saber o que fazer com a essência dessas lágrimas, saber guiar o coração e a cabeça por um novo caminho, reciclar o que é ruim e sorrir, talvez isso me leve a ser alguém melhor !
Thamara Morgan :)
Comecei então a pensar no que fazer com isso. Tantos dias, tantas horas viverei e até quando, pergunto aos céus, vou esperimentar dessas desilusões ? Por mais que tenha partido meu coração em pequeninos cacos de vidro, esmigalhado, queimado, e por fim ao vento tenha estendido a mão para que ele fugisse para um lugar distante o suficiente de mim e de minhas provações instantâneas de amor, por mais que tenha dito e feito tudo isso, ele será capaz de retornar, intacto, feliz e saltitante sem nem se lembrar do ultimo tropeço. Então indago a mim mesma : porque, meu coração pode estar tão vulnerável e destemido sempre ? porque sempre sorrindo ? porque ele não volta, me dá um grande tapa e diz " por favor, nunca mais me entregue a qualquer um !" ? A resposta eu descobri sem querer, descobri vivendo, aprendi.
Não há dor do mundo que não se possa ser curada com uma gargalhada verdadeira, uma palavras sincera, um abraço de amigo, não há nada que não se encante, e deixe o choro vir, que seja, não a nada que negue a si mesmo esses fraguimentos de felicidade, que construídos, colados, moldados, se transformam num sorriso. Um sorriso que apesar da saudade, do passado, do medo de tudo voltar a ser como antes pode ser a cura. Reciclei a dor, claro que não por completo, mas esse pouquinho de paz que consegui com isso me levou ao um novo estagio de esclarecimento. Penso que isso é amadurecer, chorar sem medo, mas também saber o que fazer com a essência dessas lágrimas, saber guiar o coração e a cabeça por um novo caminho, reciclar o que é ruim e sorrir, talvez isso me leve a ser alguém melhor !
Thamara Morgan :)
Cante sua melodia
ResponderExcluirEu cantarei junto com você